Hoje o assunto que iremos abordar,
é bem motivante, sim, ainda mais para quem trabalha com. Observamos que atividades físicas seguidas de música sempre
proporcionam aos alunos da academia, nas modalidades gerais, um grande estímulo.
Mesmo indivíduos sem ritmo envolvem-se nas batidas da música e seguem as aulas
com entusiasmo, sejam na musculação ou na ginástica. Muitas vezes alunos fazem
pedidos de música para determinadas aulas e absolutamente esquecem do grau de
esforço em que estão empenhando por estar treinando ao som de suas músicas
preferidas.
Segundo Nepomuceno (1994, p. 73), o som “é uma vibração audível que consegue sensibilizar o sistema auditivo do ser humano dentro de uma faixa de frequências que abrange de 16 Hz a 20.000 Hz.”
Uma
junção de estudos feito através da literatura por Bertuol et. al (2013),
concluiu que a música age como um concorrente da dor, distraindo o indivíduo e
tirando sua atenção, regulando a sensação dolorosa de músculos cansados.
De
acordo com esta teoria, o sistema nervoso do aluno na aula na academia poderia
bloquear, por exemplo, um estímulo de cansaço que chega ao cérebro a fim de
receber o estímulo prazeroso que a música proporciona, permanecendo assim mais
tempo em determinado exercício. Porém, se o aluno não gostar da música, seu
sistema nervoso “poderia deixar” chegar ao cérebro informações que poderiam
dissuadi-lo a interromper o exercício, limitando seu tempo de execução.
A
música estimula, envolve e facilita o desempenho da atividade física. Além
desses fatores, ainda temos músicas que abaixam batimento cardíaco e controlam
a pressão arterial, estimulam funções cerebrais – tais como centros de
aprendizagem de línguas, memória e outros, porém o que devemos ter é cautela na concepção do fato que cada individuo possui
um gosto musical, no caso de uma aula aeróbica o ideal é reunir a turma e
decidir em grupos as músicas. No que diz respeito a sala de musculação, é
complicado agradar o gosto de todos, pois muitas vezes, são inúmeras pessoas
que frequentam aquele ambiente. O que sugerimos neste caso é que, cada um utilize
seu fone de ouvido com o seu playlist musical a gosto.
Referências:
NEPOMUCENO, L. A. Elementos da acústica física e
psicoacústica. São Paulo: Bücher, 1994.
BERTUOL, Cecília et. al. A influência da música na pratica de
atividade física: uma revisão de literatura. XVIII COMBRACE, 2013.
INFORME-SE CONOSCO....

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